O que posso encontrar no blog?

Aquilo que quiser. De opiniões a textos fofos, é como um grande bloco de anotações bagunçado. Existem os marcadores para te ajudar a encontrar os textos que prefere, mas não é muito organizado. Você pode ver todo tipo de tema, com vários estilos de escrita - varia um pouco de como minha mente está funcionando no momento. Enfim, boa leitura e aproveite os posts.
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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Síndrome Do Papagaio

É essa a nova doença que ameaça o povo. Geralmente apresenta-se desde a infância até os 15 anos, podendo mesmo assim durar muito mais.
A Síndrome Do Papagaio é o apelido que dei a essa “doença” que afeta a personalidade das pessoas, pois elas passam a repetir tudo o que os outros dizem sem ter ideia do que quer dizer, como um papagaio.
Deixe-me explicar: essa “doença” não é rara, pois tenho certeza que você conhece alguém assim: os chamados “Maria-Vai-Com-As-Outras” que concordam com tudo o que qualquer um fala para tentar se enturmar, ao invés de ser ele mesmo. São aqueles caras que vivem estrelando cenas magníficas como:
 - Nossa, eu odeio Justin Bieber, Restart, e aqueles outros famosos sem talento que fazem sucesso hoje em dia.
 - Com certeza, eu também detesto! A música atual é péssima!
(Conversa anda um pouco, e então...)
 - Ah, não sei você, mas eu ADORO a Mix, sabe? Vive tocando músicas atuais, boas...
 - Ah, eu também gosto. A música atual é o que há de melhor!
É uma doença perigosa, que ameaça as amizades dos infectados, muitas vezes chamados de falsos. Embora não seja transmissível, pode acabar gerando resultados péssimos nos amigos dos indivíduos, que se sentem traídos por considerarem o outro falso e sem personalidade.
A doença não é curável, mas pode facilmente mudar com o tempo. Não é fatal à vida, apenas a alguns relacionamentos.
O nosso, por exemplo.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Educação: Parem Já!

Calma. Não quero causar uma crise de analfabetos sem aprendizado. Talvez o título não esteja bom: não quero que parem as escolas, e sim que parem o modo como elas agem.
Pelo menos algumas. A China é mundialmente reconhecida por ter ótimas escolas. Eu já vi como funcionam e achei uma droga. Está tudo errado: incentivam o aluno a tirar 10, ou seja, a decorar fórmulas e contas. O ideal seria incentivar o aluno a pensar, com questões reflexivas e de opinião. Na China, tudo está censurado: a internet, opiniões contrárias ao governo, tudo para ter uma geração de pessoas que sabem de tudo. Muito bem decorado.
E diante de algo novo? E se a memória falha? Mais importante que decorar as regras é saber por que se deve fazer desse jeito. A censura à páginas na internet e à jornais contrários ao governo deveria ser crime: como as pessoas aprenderão a pensar como indivíduos se, desde pequenas, são criadas para agirem como máquinas em seu trabalho?
Trabalhamos pra viver, não vivemos para trabalhar. E em países que vivem nesse esquema trabalhamos todo o dia, com o objetivo de tirar 10 e decorar tudo.
De que adianta? Uma hora vamos morrer. E não queremos morrer se não tivemos nem uma vida decente. Não adianta decorar: o bom é saber pensar, o bom é saber discutir, ter sua opinião, porque isso forma nossa personalidade, isso forma quem somos. E saber quem você é e como você pensa é fundamental para pensar. E pensar é fundamental para se dar bem na vida, inclusive em seu emprego.
Algum dia, os seres humanos se transformarão em máquinas se continuarem assim. Mas esqueceram-se de que nós não temos chips de memória: temos cérebros. E cérebros têm memória falha, ao contrário dos chips. Por isso, não adianta tentar se transformar em um chip humano: devemos usar a parte humana do cérebro, a do pensamento, para crescer e continuar.
Pena que os chineses não lerão isso, pois o governo deve estar bloqueando a minha página nesse exato momento.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Jogue Agora!

Ou mude de link. Onde esses jogos realmente nos levam?
Não pensem que esse é mais um texto falando sobre como, por exemplo, aquele cara que entrou na escola no Rio De Janeiro fez isso por influência de um jogo. Na verdade, estou falando de algumas opções na internet: jogos, blogs engraçados e e-mails com piadas são alguns deles.
Enquanto eu escrevo esse texto para o blog (uma das minhas prioridades referente ao computador) eu estou querendo ler outros e minha janela no MSN pisca. E parece que é simplesmente impossível sentar e simplesmente escrever.
O que acontece enquanto jogamos?
Geralmente, nós entramos no computador com um objetivo: eu, por exemplo, quero postar em meu blog e escrever mais dos meus 3 livros em andamento. Mas isso é muito difícil quando o computador me oferece tantas coisas a fazer.
Não estou repetindo um discurso eterno sobre como o computador nos distrai. Só te convido pensar em qual link devemos clicar.
Eu sou uma pessoa que gosta de exercitar a mente, e esses jogos não ajudam muito: gosto de procurar por textos de opinião na internet, lê-los, e principalmente gosto de escrever e me inspirar.
Mas sou viciada em um joguinho chamado “Corre Hamster”. Isso atrapalha um pouco, pois eu não consigo prestar atenção nos blogs enquanto estou jogando-o. Não sou contra se divertir com jogos e blogs por aí na internet – apenas estou dizendo que o melhor é ter UMA janela aberta na internet por vez.
E tente procurar aquela janela que realmente vai te ajudar, seja a se divertir, a trabalhar ou exercitar a mente.
Agora eu tenho que ir – ainda não consegui zerar o jogo.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Preconceito: Opinião Sem Conhecimento

Segundo o dicionário, preconceito é “Suspeita, intolerância, ódio irracional ou aversão a outras raças, credos, religiões, etc.”. Mas ele é mais que isso. Preconceito é uma loucura dirigida às pessoas consideradas “diferentes” que as põem em risco. Ele, por si só, é um tipo de violência: uma barreira entre pessoas, que machuca só por estar lá.
Às vezes essa dor pode tornar-se real, como no caso das “gangues” espalhadas pelas ruas Paulista e Augusta, nas quais encontram-se jovens nazistas entre 16 e 28 anos. Quando eles passam por gays ou negros que saem de bares, cumprem o “ritual” de espancá-los. Algumas vezes, isso leva à morte.
Por que esses homens tão jovens teriam sempre alvos como gays e negros além do preconceito, a idéia louca de que estaríamos em um mundo melhor se fossemos todos exatamente iguais? Enquanto, na verdade, estão acabando com a igualdade: igualdade social.
Estima-se que 260 homossexuais (gays, lésbicas e travestis) foram assassinados em 2010. No entanto, não existe estatística oficial e esses números não devem ser nem metade do número real. Todas as mortes foram violentas: tiros, facadas, espancamento, apedrejamento, asfixia e enforcamento.
O preconceito pode ser vivido muito cedo: nas escolas, um fenômeno crescente é o bullying, que é intimidar alguém mais fraco ou deslocado, na sala de aula ou fora dela. Uma das vítimas desse caso é Ana Cláudia, que foi espancada por outra aluna após queixar-se de bullying à diretoria. A escola não fez nada: não forneceu o nome da autora do espancamento à aluna, afirmando ser imoral.
Mas também não seria imoral não fazer nada estando frente a frente com a violência causada por uma palavra?
Diferença.

domingo, 10 de abril de 2011

O que faz a boa música (em minha opinião, claro)?

Enquanto escrevo, U2 toca no Media Player. Tenho ouvido bastante U2 desde quando voltei do show (eu sempre fico assim, antes e depois de shows. Daqui a pouco será Paul McCartney). Além dele, gosto de Beatles, Nirvana, Paramore, The Pretty Reckless, Foo Fighters, AC/DC, The Offspring e milhares de outras bandas que não me lembro no momento.
Tem gente que acha que eu tenho um excelente gosto musical. Tem gente que acha isso tudo um lixo (e eu geralmente também acho o que essas pessoas ouvem um lixo). Isso varia de acordo com o que consideramos boa música. O que varia de acordo com a mente de pessoa.
Então, em minha mente (um pouco problemática) o que faz a boa música?
Pra mim uma boa música é uma mistura de várias coisas: os integrantes têm que tocar bem, ou pelo menos fazendo uma música boa de ouvir. Tem que formar uma boa melodia. Tem que cantar bem e tem que fazer a letra em torno de algo interessante.
“interessante” para mim pode ser muitas coisas. Pode ser uma música emocionante, ou uma música de crítica (sobre a guerra, por exemplo), uma música triste ou uma de amor (mas não uma clichê), mas principalmente uma música criativa.
Não adianta criar uma música sobre a guerra que repete os discursos do jornal, ou uma de amor igual à do seu cantor favorito. Tem que saber como compor, como fazer a coisa sozinho, como criar, não em fórmulas de sucesso (como Justin Bieber faz).
Talvez os leitores daqui discordem de todas as formas. Talvez eles não achem que Justin Bieber tem uma fórmula de sucesso, que Restart é clichê, ou achem que isso não muda nada.
Como eu disse, o nosso gosto musical pode ser muito diferente. O que será que o forma?
As músicas mexem com a nossa alma de vários jeitos. Mas só um tipo de música toca cada alma. Ninguém tem a alma igual, então as músicas as tocam de jeitos diferentes.
Talvez. Ou talvez eu não esteja falando nada com nada.
Talvez.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Antiamericanismo

Considero-me levemente antiamericana. Acho que na verdade não sou, afinal, adorei NY e assisto séries de lá. Não acho que tudo o que vem dos EUA é ruim. Mas não acho que tudo é bom.

Eu sei que os EUA são o primeiro mundo, e que temos muito a aprender com eles se quisermos chegar perto daí. Concordo que eles têm grandes avanços que nós, brasileiros, deveríamos aprender. O problema é quando os países querem SER os EUA, imitá-los. Isso nem ao menos faz sentido. Quem quer perder sua cultura, sua comida, seu modo de viver para ser como os americanos? Concordo em avançar com sua ajuda, não com tornar-se como eles.

Um exemplo: hoje em dia a Festa Junina, típica do Brasil, é “mico” (eu mesma não gosto muito), enquanto o Halloween, festa americana que celebra a queima de mulheres inocentes consideradas bruxas, é grande amor brasileiro. Essa é uma festa deles, que está na cultura deles, é o modo deles de ser.

Outro exemplo é o modo como as escolas brasileiras são. Não no ensino – nisso nós bem que poderíamos aprender com os americanos – e sim entre as pessoas. Os brasileiros gostam dessa coisa que surgiu com os americanos de “popularidade”. Acho isso ridículo, tanto o conceito quanto querer copiá-lo.

Existem muitos exemplos: o hambúrguer com coca-cola no lugar da feijoada, o uso de palavras em inglês ao invés de português, entre (muitos) outros.

Isso é necessário?

O Brasil tem suas comidas, suas festas, suas tradições e seu modo de viver, a sua língua. Podemos evoluir com os americanos, mas não deveríamos de jeito nenhum agir como se fossemos nos tornar um deles. Nós não somos americanos – temos uma cultura diferente, comidas mais saudáveis, uma língua mais rica, festas diferentes...

Talvez devamos aprender com os EUA, mais do que tudo, que não devemos deixar nossos costumes de lado. Afinal, lá fora tem muita coisa boa, mas também tem muito lixo.

Como aqui.

domingo, 3 de abril de 2011

Tabus

Existem milhares de assuntos que nós consideramos que não devemos discutir. Também existem vários problemas que vem a partir deles.

Por exemplo, o sexo. OK, não se deve sair falando como e com quem você anda fazendo, mas não vejo motivos pelos quais pais e filhos não podem discutir a respeito. Quem sabe, se de vez em quando tirassem algumas dúvidas, não teríamos tantos problema como gravidez indesejada, AIDS e outras doenças, e arrependimentos?

Não sou contra a privacidade das pessoas. Sou contra o problema que elas vêm em conversar com isso, mesmo em particular. Existem vários problemas envolvendo os tabus hoje em dia. O melhor não seria, então, acabar com eles? Tem gente discutindo a legalização do aborto por aí. Mas não seria melhor discutir (em particular) com seus filhos a respeito da CAMISINHA (e sim, eu coloco em letra maiúscula mesmo) para não ser mais necessário evitá-la? A menos nos casos já legalizados, como estupro, por exemplo?

Milhares de pessoas têm AIDS e gravidez indesejada. Na minha própria escola tem um garoto cuja mãe tinha 19 anos quando ele nasceu. Duvido que ela PLANEJASSE ter um bebê nessa idade, mas, caso planejasse, talvez não seria melhor ter pensado um pouco a respeito? Deve ter meio difícil pensar a respeito quando é só você com você mesmo, sem ter com quem compartilhar isso.

E não é só isso. As pessoas poderiam discutir esses assuntos sobre o qual não existe ainda opinião definida – certo e errado – e passar a pensar um pouco por si próprias, em sua opinião. Não que eu ache que todo mundo deva sair por aí discutindo esse tipo de coisa, mas poderia aprender a pensar um pouco nisso. E falar, quando estivesse em particular.

Quem sabe assim, esses problemas não seriam realmente solucionados?

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Pequenos Preconceitos

Não nego que os grandes preconceitos da humanidade são importantes para serem discutidos. Homofobia, racismo, bullying e até nazismo são coisas que não deveriam existir, não deveriam estar aqui. Não faço ideia do motivo pelo qual estão. E concordo que eles devem se exterminados.

Mas o problema é que a humanidade tenta demais acabar com eles sem se lembrar de acabar com nossos “pequenos preconceitos”. Como você pode lutar contra o bullying ao mesmo tempo em que não chega perto daquela pessoa da sua sala de aula com quem você não vai com a cara? Ou se você simplesmente não SUPORTA pessoas com roupas cinza, por exemplo? Não é nada que vá matar ninguém, mas enquanto não segurarmos esses pequenos preconceitos será praticamente IMPOSSÍVEL conseguir superar os grandes. É como tentar pular de um lado pro outro sem ter aprendido a andar ainda!

Claro que não podemos deixar o bullying, a homofobia, o racismo de lado. Só precisamos conseguir travar pequenas batalhas antes de tentar vencer a guerra! Eu não tenho nada contra gays, negros ou “nerds”. Pelo contrário, tenho amigos desses 3 tipos e são melhores que muita gente “normal” por aí. Mas é necessário saber a diferença entre o que não gosta e odeia. Eu não gosto de gente infantil, mas posso conversar com uma. Só não suporto homofóbicos, bullys ou qualquer coisa do tipo!

Aprenda com o que pode ou não conviver. Supere a sua antipatia pela garota nova na sala. Dê uma chance àquele menino emo, ou àquela pessoa que você acha ser tão infantil. E então, você sabe que é maduro o bastante para travar lutas maiores.

terça-feira, 22 de março de 2011

Não Existem Faixas Etárias

Pelo menos não do jeito como as criamos. As Faixas Etárias existem, mas estão sendo usadas de modo errado. Normalmente consideramos que, por exemplo, alguém de até 5 anos é bebê, entre 5 e 10 é criança, entre 11 e 14 é pré-adolescente, de 15 a 19 é adolescente e daí até o 60, quando se torna velho, é um adulto. Isso está errado, pois conheço vários adultos de 13 e várias crianças de 77. O problema é que eles ainda são considerados “pré-adolescentes” e “velhos”. Conheço várias pessoas de 20 anos que não tem maturidade para namorar e várias de 13 que tem.

O que define em qual categoria você se encontra não é o ano de seu nascimento, e sim o tempo de seu amadurecimento. Quando você já tem a mente boa, com as ideias no lugar e opiniões próprias formadas, o que te impede de ser um adulto? Nada, além do fato de você não ter nascido há tempo o bastante para isso.

Não soa ligeiramente ERRADO?

Conheço pessoas que têm 11 anos, e já se consideram pré-adolescentes. Mas são os maiores bebês que já conheci. Choros, dependência da mãe e falta de maturidade são seus grandes marcadores. Como isso já é um pré-adolescente? Eles deveriam ser considerados ainda bebês, que precisam ser educados para aprenderem a se comportar. Deveriam adotar outra forma de pensar, como os “pré-adolescentes” que são.

Adotei eu mesma uma forma de classificar as pessoas que ninguém entende, pela pura convenção de que aquilo que está escrito no RG já pode defini-lo o bastante.

Não existem faixas etárias. Existem mentes amadurecidas ou não. E só.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Filas

Você pode estar no centro de Paris, no melhor restaurante do mundo ou até mesmo no trânsito de São Paulo. Nenhum lugar nunca lhe parecerá tão cheio quanto uma fila, não importa onde. Isso sem contar que lá você encontra todos os tipos de personalidades, pois nenhum deles está ali por algum motivo de gosto em comum – eles querem pagar a conta do supermercado. Pelo menos você sabe que nenhum deles é um ladrão.

A maior parte das pessoas encara a fila como o simples momento de tédio do qual não dá para fugir. Realmente, é muito ruim ficar ali de pé encarando o tempo (demorar a) passar. Mas isso é escolha sua. Afinal, com tantas pessoas diferentes na fila, impossível não encontrar alguém que tenha um assunto interessante para compartilhar com você.

Digo isso porque já tive vários “melhores amigos de 10 minutos” em filas por aí. Da cantina da escola, do cinema, do shopping, entre várias outras. Sempre acabo encontrando pessoas divertidas ou legais com a qual posso conversar e me divertir o bastante, pelo menos o suficiente. Um belo dia, você está em uma fila do cinema. E, cansado de esperar, você resolve conversar com o cara na sua frente.

- Incrível o tempo que somos capazes de esperar para comprar uma pipoca

Já é algum começo, pelo menos. Você com toda a certeza têm a capacidade de inventar algo engraçado ou suficiente para dizer na hora. Antes de perceber, estará conversando. E não é tão ruim assim. Terá um melhor amigo de 10 minutos ao invés de uma eternidade de mesma duração. E então, o que prefere?

segunda-feira, 14 de março de 2011

Polêmica

Pessoalmente, adoro uma polêmica. Muitas pessoas a odeiam, pois dizem que só serve para trazer discussões. Eu discordo. Uma polêmica é uma chance de pensar, chance tão rara hoje em dia. A maioria das coisas ou vêm prontas ou divididas em fórmulas, ao contrário de como deveriam ser.

Quando temos algo que não tem uma opinião obrigatória, e sim bem dividida – como a legalização do aborto, por exemplo – para discutir, temos que argumentar. E argumentar, hoje em dia, é algo que devemos fazer. Cada pessoa tem suas próprias ideias e precisa aprender a expressá-las. Senão, uma boa ideia é perdida para sempre.

Com os debates, surgem as ideias e os pensamentos, e sem eles você é incapaz de subir na vida. O mais importante que você deve ter, mas nem todos têm, é opinião própria, independente do que dizem. Tendo-a, você tem mais noção de quem você é e como pensa. E isso é importante saber.

Não precisamos nos dividir pelas opiniões que temos. Precisamos, pelo contrário, misturarmo-nos uns com os outros, para aprendermos com os outros e – por que não? – mudar a opinião dos outros e nossa própria. Argumentar é importante, e é uma arte necessária.