O que posso encontrar no blog?

Aquilo que quiser. De opiniões a textos fofos, é como um grande bloco de anotações bagunçado. Existem os marcadores para te ajudar a encontrar os textos que prefere, mas não é muito organizado. Você pode ver todo tipo de tema, com vários estilos de escrita - varia um pouco de como minha mente está funcionando no momento. Enfim, boa leitura e aproveite os posts.
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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Síndrome Do Papagaio

É essa a nova doença que ameaça o povo. Geralmente apresenta-se desde a infância até os 15 anos, podendo mesmo assim durar muito mais.
A Síndrome Do Papagaio é o apelido que dei a essa “doença” que afeta a personalidade das pessoas, pois elas passam a repetir tudo o que os outros dizem sem ter ideia do que quer dizer, como um papagaio.
Deixe-me explicar: essa “doença” não é rara, pois tenho certeza que você conhece alguém assim: os chamados “Maria-Vai-Com-As-Outras” que concordam com tudo o que qualquer um fala para tentar se enturmar, ao invés de ser ele mesmo. São aqueles caras que vivem estrelando cenas magníficas como:
 - Nossa, eu odeio Justin Bieber, Restart, e aqueles outros famosos sem talento que fazem sucesso hoje em dia.
 - Com certeza, eu também detesto! A música atual é péssima!
(Conversa anda um pouco, e então...)
 - Ah, não sei você, mas eu ADORO a Mix, sabe? Vive tocando músicas atuais, boas...
 - Ah, eu também gosto. A música atual é o que há de melhor!
É uma doença perigosa, que ameaça as amizades dos infectados, muitas vezes chamados de falsos. Embora não seja transmissível, pode acabar gerando resultados péssimos nos amigos dos indivíduos, que se sentem traídos por considerarem o outro falso e sem personalidade.
A doença não é curável, mas pode facilmente mudar com o tempo. Não é fatal à vida, apenas a alguns relacionamentos.
O nosso, por exemplo.

sábado, 16 de abril de 2011

Racismo ou obsessão?

Hoje eu vou falar um pouco sobre as novas medidas “contra o preconceito” que temos. Por exemplo, a mudança (ou censura) de certos títulos ou livros ou filmes que falam sobre o preconceito.
Por exemplo: o livro mais famoso de Agatha Christie, originalmente intitulado “O Caso Dos Dez Negrinhos” teve seu nome mudado para “E Não Sobrou Nenhum”, pois seria preconceituoso escrever Negrinho como título.
Mas qual o preconceito disso? Se chamasse O Caso Dos Dez Branquinhos ou O Caso Dos Dez Soldadinhos teria esse problema? Qual é o problema em chamar alguém de negro? Não nos chamamos de brancos? As pessoas falam umas às outras que tem cabelo castanho, por que não podem falar que tem pele negra ou parda?
Acham preconceito chamar alguém de negro. Eu acho que o próprio preconceito é achar que chamar alguém de negro é algo preconceituoso. Negro não é um xingamento! E assim como ninguém chama ninguém de euro descendente, não faz o menor sentido chamar de afro descendente. É negro e branco. E qual o problema de chamar alguém de negro? Ele é mesmo.
E isso não é ruim, assim como ser branco ou ter cabelo castanho também não. É uma característica. Preconceito é dizer que negro é outra raça, outra espécie, que não é humano, que não deveria existir. E com isso eu absolutamente eu não concordo.
Mas eles são negros. Não adianta dizer que são afro descendentes porque isso nem faz a diferença, a menos que conte o fato de ser um nome chato e comprido.
Sou contra falar algo contra negros apenas por serem negros (porque dizer que AQUELE negro é chato é uma característica que ele teria mesmo se fosse branco, o problema é dizer que TODOS os negros o são), mas não contra dizer que são negros.
Claro que é apenas minha opinião. Mas eu penso se, censurando a palavra “negro” eles mesmos não estão criando um preconceito, o preconceito de que ser negro é uma coisa tão ruim que nem se pode falar!
E isso não é verdade.
Afinal, isso é racismo ou obsessão?

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Pequenas Emoções

O coração palpita levemente, sem força elevada, mas com emoção. Você também se sente leve, talvez até livre, longe do mundo. Tem um sorriso nos lábios e alegria no coração.
E de onde veio isso?
De uma apresentação de dança bonita. De um pedaço de pão na chapa na padaria. De uma nota boa na prova. Do final de um dia de trabalho. De tantas coisas, tão simples, tão pequenas do cotidiano...
Que mexem com nossa cabeça, assim como três palavras podem criar uma história (“eu te amo”, quem nunca sonhou em ouvir?) ou finalizá-la (“Não quero mais”), e simplesmente mudar tanto e tão fácil o órgão mais vital de nosso corpo.
Levemente, ele cresce e bate com alegria à simples reação de uma palavra, uma música, um sorriso, uma piada, um movimento.
Como uma coisa tão simples pode mexer conosco?
Isso eu não sei. Mas uma coisa já percebi: se as coisas simples não importam, por que dependemos de um músculo que fica se contraindo no peito?