sábado, 16 de abril de 2011
Racismo ou obsessão?
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Preconceito: Opinião Sem Conhecimento
terça-feira, 5 de abril de 2011
Antiamericanismo
Considero-me levemente antiamericana. Acho que na verdade não sou, afinal, adorei NY e assisto séries de lá. Não acho que tudo o que vem dos EUA é ruim. Mas não acho que tudo é bom.
Eu sei que os EUA são o primeiro mundo, e que temos muito a aprender com eles se quisermos chegar perto daí. Concordo que eles têm grandes avanços que nós, brasileiros, deveríamos aprender. O problema é quando os países querem SER os EUA, imitá-los. Isso nem ao menos faz sentido. Quem quer perder sua cultura, sua comida, seu modo de viver para ser como os americanos? Concordo em avançar com sua ajuda, não com tornar-se como eles.
Um exemplo: hoje em dia a Festa Junina, típica do Brasil, é “mico” (eu mesma não gosto muito), enquanto o Halloween, festa americana que celebra a queima de mulheres inocentes consideradas bruxas, é grande amor brasileiro. Essa é uma festa deles, que está na cultura deles, é o modo deles de ser.
Outro exemplo é o modo como as escolas brasileiras são. Não no ensino – nisso nós bem que poderíamos aprender com os americanos – e sim entre as pessoas. Os brasileiros gostam dessa coisa que surgiu com os americanos de “popularidade”. Acho isso ridículo, tanto o conceito quanto querer copiá-lo.
Existem muitos exemplos: o hambúrguer com coca-cola no lugar da feijoada, o uso de palavras em inglês ao invés de português, entre (muitos) outros.
Isso é necessário?
O Brasil tem suas comidas, suas festas, suas tradições e seu modo de viver, a sua língua. Podemos evoluir com os americanos, mas não deveríamos de jeito nenhum agir como se fossemos nos tornar um deles. Nós não somos americanos – temos uma cultura diferente, comidas mais saudáveis, uma língua mais rica, festas diferentes...
Talvez devamos aprender com os EUA, mais do que tudo, que não devemos deixar nossos costumes de lado. Afinal, lá fora tem muita coisa boa, mas também tem muito lixo.
Como aqui.
domingo, 3 de abril de 2011
Tabus
Existem milhares de assuntos que nós consideramos que não devemos discutir. Também existem vários problemas que vem a partir deles.
Por exemplo, o sexo. OK, não se deve sair falando como e com quem você anda fazendo, mas não vejo motivos pelos quais pais e filhos não podem discutir a respeito. Quem sabe, se de vez em quando tirassem algumas dúvidas, não teríamos tantos problema como gravidez indesejada, AIDS e outras doenças, e arrependimentos?
Não sou contra a privacidade das pessoas. Sou contra o problema que elas vêm em conversar com isso, mesmo em particular. Existem vários problemas envolvendo os tabus hoje em dia. O melhor não seria, então, acabar com eles? Tem gente discutindo a legalização do aborto por aí. Mas não seria melhor discutir (em particular) com seus filhos a respeito da CAMISINHA (e sim, eu coloco em letra maiúscula mesmo) para não ser mais necessário evitá-la? A menos nos casos já legalizados, como estupro, por exemplo?
Milhares de pessoas têm AIDS e gravidez indesejada. Na minha própria escola tem um garoto cuja mãe tinha 19 anos quando ele nasceu. Duvido que ela PLANEJASSE ter um bebê nessa idade, mas, caso planejasse, talvez não seria melhor ter pensado um pouco a respeito? Deve ter meio difícil pensar a respeito quando é só você com você mesmo, sem ter com quem compartilhar isso.
E não é só isso. As pessoas poderiam discutir esses assuntos sobre o qual não existe ainda opinião definida – certo e errado – e passar a pensar um pouco por si próprias, em sua opinião. Não que eu ache que todo mundo deva sair por aí discutindo esse tipo de coisa, mas poderia aprender a pensar um pouco nisso. E falar, quando estivesse em particular.
Quem sabe assim, esses problemas não seriam realmente solucionados?
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Pequenos Preconceitos
Não nego que os grandes preconceitos da humanidade são importantes para serem discutidos. Homofobia, racismo, bullying e até nazismo são coisas que não deveriam existir, não deveriam estar aqui. Não faço ideia do motivo pelo qual estão. E concordo que eles devem se exterminados.
Mas o problema é que a humanidade tenta demais acabar com eles sem se lembrar de acabar com nossos “pequenos preconceitos”. Como você pode lutar contra o bullying ao mesmo tempo em que não chega perto daquela pessoa da sua sala de aula com quem você não vai com a cara? Ou se você simplesmente não SUPORTA pessoas com roupas cinza, por exemplo? Não é nada que vá matar ninguém, mas enquanto não segurarmos esses pequenos preconceitos será praticamente IMPOSSÍVEL conseguir superar os grandes. É como tentar pular de um lado pro outro sem ter aprendido a andar ainda!
Claro que não podemos deixar o bullying, a homofobia, o racismo de lado. Só precisamos conseguir travar pequenas batalhas antes de tentar vencer a guerra! Eu não tenho nada contra gays, negros ou “nerds”. Pelo contrário, tenho amigos desses 3 tipos e são melhores que muita gente “normal” por aí. Mas é necessário saber a diferença entre o que não gosta e odeia. Eu não gosto de gente infantil, mas posso conversar com uma. Só não suporto homofóbicos, bullys ou qualquer coisa do tipo!
Aprenda com o que pode ou não conviver. Supere a sua antipatia pela garota nova na sala. Dê uma chance àquele menino emo, ou àquela pessoa que você acha ser tão infantil. E então, você sabe que é maduro o bastante para travar lutas maiores.