O que posso encontrar no blog?

Aquilo que quiser. De opiniões a textos fofos, é como um grande bloco de anotações bagunçado. Existem os marcadores para te ajudar a encontrar os textos que prefere, mas não é muito organizado. Você pode ver todo tipo de tema, com vários estilos de escrita - varia um pouco de como minha mente está funcionando no momento. Enfim, boa leitura e aproveite os posts.
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terça-feira, 26 de abril de 2011

Estrela

Olhe bem para o céu à noite. Olhe a luz que não tão bem substitui o sol.
Veja as estrelas.
Brilho, cor, calor ou vazio. Tudo preenche uma estrela, e nada é capaz de preenchê-la por completo.
Aquele brilho fraco e triste no céu é um astro enorme. Brilhante. Quente. E, acima de tudo, inexplicável e inatingível, de forma a aguçar aquele sentido que todo homem tem, a curiosidade, a vontade de saber mais.
Dentro pode haver vazio. Mas eu vejo algo... Que coloca uma ideia no centro de minha mente, que faz o som de meu coração se tornar o único no mundo.
Não é ele o mais importante do meu mundo?
A simplicidade forma o universo. A simplicidade forma a vida. Como se uma vida, como se uma alma desprendida, formasse cada estrela que se acumula pelo infinito.
Todas são diferentes, brilhantes, especiais de seu modo. Curiosas, pois cada pessoa tem sua mania, a sua particularidade, o seu modo de ver a vida. Existe em ambas sentimentos, simplicidades, e ao mesmo tempo fosse tão complexo quanto a mente que todos temos, martelando ideias sem parar...
Ocupa a visão e domina a mente. As ideias vêm da alma. A minha, de uma estrela.
Ou ambas?
Quando sair à noite, olhe o céu. Olhe para as almas brilhantes que sorriem dizendo: continue.

sábado, 16 de abril de 2011

Racismo ou obsessão?

Hoje eu vou falar um pouco sobre as novas medidas “contra o preconceito” que temos. Por exemplo, a mudança (ou censura) de certos títulos ou livros ou filmes que falam sobre o preconceito.
Por exemplo: o livro mais famoso de Agatha Christie, originalmente intitulado “O Caso Dos Dez Negrinhos” teve seu nome mudado para “E Não Sobrou Nenhum”, pois seria preconceituoso escrever Negrinho como título.
Mas qual o preconceito disso? Se chamasse O Caso Dos Dez Branquinhos ou O Caso Dos Dez Soldadinhos teria esse problema? Qual é o problema em chamar alguém de negro? Não nos chamamos de brancos? As pessoas falam umas às outras que tem cabelo castanho, por que não podem falar que tem pele negra ou parda?
Acham preconceito chamar alguém de negro. Eu acho que o próprio preconceito é achar que chamar alguém de negro é algo preconceituoso. Negro não é um xingamento! E assim como ninguém chama ninguém de euro descendente, não faz o menor sentido chamar de afro descendente. É negro e branco. E qual o problema de chamar alguém de negro? Ele é mesmo.
E isso não é ruim, assim como ser branco ou ter cabelo castanho também não. É uma característica. Preconceito é dizer que negro é outra raça, outra espécie, que não é humano, que não deveria existir. E com isso eu absolutamente eu não concordo.
Mas eles são negros. Não adianta dizer que são afro descendentes porque isso nem faz a diferença, a menos que conte o fato de ser um nome chato e comprido.
Sou contra falar algo contra negros apenas por serem negros (porque dizer que AQUELE negro é chato é uma característica que ele teria mesmo se fosse branco, o problema é dizer que TODOS os negros o são), mas não contra dizer que são negros.
Claro que é apenas minha opinião. Mas eu penso se, censurando a palavra “negro” eles mesmos não estão criando um preconceito, o preconceito de que ser negro é uma coisa tão ruim que nem se pode falar!
E isso não é verdade.
Afinal, isso é racismo ou obsessão?

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Preconceito: Opinião Sem Conhecimento

Segundo o dicionário, preconceito é “Suspeita, intolerância, ódio irracional ou aversão a outras raças, credos, religiões, etc.”. Mas ele é mais que isso. Preconceito é uma loucura dirigida às pessoas consideradas “diferentes” que as põem em risco. Ele, por si só, é um tipo de violência: uma barreira entre pessoas, que machuca só por estar lá.
Às vezes essa dor pode tornar-se real, como no caso das “gangues” espalhadas pelas ruas Paulista e Augusta, nas quais encontram-se jovens nazistas entre 16 e 28 anos. Quando eles passam por gays ou negros que saem de bares, cumprem o “ritual” de espancá-los. Algumas vezes, isso leva à morte.
Por que esses homens tão jovens teriam sempre alvos como gays e negros além do preconceito, a idéia louca de que estaríamos em um mundo melhor se fossemos todos exatamente iguais? Enquanto, na verdade, estão acabando com a igualdade: igualdade social.
Estima-se que 260 homossexuais (gays, lésbicas e travestis) foram assassinados em 2010. No entanto, não existe estatística oficial e esses números não devem ser nem metade do número real. Todas as mortes foram violentas: tiros, facadas, espancamento, apedrejamento, asfixia e enforcamento.
O preconceito pode ser vivido muito cedo: nas escolas, um fenômeno crescente é o bullying, que é intimidar alguém mais fraco ou deslocado, na sala de aula ou fora dela. Uma das vítimas desse caso é Ana Cláudia, que foi espancada por outra aluna após queixar-se de bullying à diretoria. A escola não fez nada: não forneceu o nome da autora do espancamento à aluna, afirmando ser imoral.
Mas também não seria imoral não fazer nada estando frente a frente com a violência causada por uma palavra?
Diferença.